A PRIMEIRA VAIA JAMAIS SE ESQUECE!

ESTAMOS PREPARANDO MUITAS OUTRAS!!!

 

villas@jb.com.br
O riso nervoso da culpa e da paúra

Mestre em mergulhar em águas turvas para subir à tona na hora certa, o novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, assumiu com os sete fôlegos de dono da área, com carta branca para colocar em ordem a mixórdia do tráfego aéreo e deu o recado em duro improviso no qual enquadrou o presidente Lula na moldura dos compromissos assumidos ao insistir no convite. Aproveitou o embalo para comunicar aos comandos das três armas e aos dirigentes da barafunda de mais de um dezena de órgãos que batem cabeça na inchada burocracia do setor aéreo enquanto os aviões despencam que "comando, a partir de agora, vai haver".

O brado soou como aviso que reboa na casa vazia, e seu eco chegou amortecido ao gabinete da todo-poderosa ministra Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil e virtual presidente em exercício. Um chega-pra-lá, pois há espaço para a dupla no Palácio do Planalto.

Mas, antes de o novo astro anunciar as medidas iniciais para enxugar a bagunça de albergue do setor aéreo, não pode passar em branco o clima da cerimônia de despedida do desconsolado ministro Waldir Pires, que o presidente Lula comandou na inadequada euforia de festa, quando todas as evidências recomendavam o decoro do respeito à segunda tragédia no espaço de dois meses, com mais de 400 vítimas, além do vexaminoso descaso com que vem sendo maltratado o usuário do transporte aéreo, com a interminável desordem dos aeroportos, sem hora certa para acabar.

O momento recomendava a discrição de uma simples posse breve e contida, sem oratória nem a fila dos cumprimentos. Bastaria o aperto de mão e as pancadas nas costa. Mas o presidente, sumido desde a vaia no Maracanã, não resistiu à atração do microfone. Cócegas na goela espicaçaram a amarfanhada vaidade do improvisador fluente. E Lula perdeu o controle da língua. A ocasião dispensava piadas e gracinhas. Não há nada para rir. Mas o governo para o presidente é uma festa, uma sucessão de viagens, recepções, salamaleques e discursos. A confissão de que tem medo de avião, francamente, parece deboche. Pois não há termo de comparação entre as viagens presidenciais, com avião especial comprado para o seu uso e gozo (como recomenda a ministra sexóloga) e tripulação às ordens. Sem entrar em fila para as decolagens e aterrissagens, longe do inferno imposto aos seus eleitores e a escumalha da oposição. Sei que não era esta a intenção, mas parece provocação.

E cá para nós, de que tanto ri e gargalha o primeiro escalão oficial? Na troca de ministro foi uma gargalhada de doer a barriga, jorrar lágrima dos olhos, exigindo lenço para secar a enxurrada. O patusco Milton Zuanazzi, o felizardo que abiscoitou o bilhete premiado da presidência da Agência Nacional de Aviação Civil (a descartável Anac), teve dois frouxos de riso nas ocasiões mais impróprias. Na última, ao depor na CPI do Apagão Aéreo, depois de chutar a responsabilidade da lambança para a Infraero, não segurou o riso e levou um puxão de orelha do deputado Vic Pires.

Tanto bom humor, o clima festivo e leviano em que o governo desfruta o poder leva a duas hipóteses que não se repelem: ou o governo finge para disfarçar a angústia que corrói a alma ou ainda não parou para avaliar o estrago que se prolongará, quem sabe, por três anos e meio do segundo mandato do presidente.

A primeira vaia nunca se esquece. Para fugir do cativeiro, nenhum teste melhor do que comparecer domingo, ao Maracanã, local da primeira vaia, para encerrar o Pan, em que conquistamos uma penca de medalhas com o desempenho fabuloso dos nossos atletas.

BASTA!
por Márcio Coimbra

A tragédia com vôo 3054 da TAM é assustadora em muitos aspectos, entretanto nenhum deles supera o fato de que era anunciada. Todos sabiam que um desastre não demoraria a ocorrer. O governo federal esperou e jogou, perigosamente, com a sorte. Sua responsabilidade é clara, objetiva e evidente nesta monstruosidade que já se transformou em crime. É preciso ser explícito e direto: o governo Lula é, sem dúvida, culpado. A irresponsabilidade que impera no Palácio do Planalto deixou de ser folclore e passou ao patamar do assustador, pois começou a ceifar vidas, destruir famílias, dilapidar sonhos.

Nesta sexta-feira, o Presidente fala a nação e anuncia medidas para sanar a crise. Mas Lula já perdeu a credibilidade para aqueles que ainda possuem discernimento. Seu governo é marcado por irresponsabilidades, falcatruas, desvios, falsidades, mentiras, enrolações, esquemas, embustes, safadezas e crimes. Lula não possui estatura moral para propor coisa alguma. Sua gestão virou uma ação entre amigos para se esbaldar nas benesses do poder. Nunca se viu na história deste País tamanha incompetência aliada a tanta corrupção.

Lula não possui retidão ética para seguir como Presidente do Brasil. Seu governo se tornou um espetáculo macabro onde a rotina de sacos pretos com corpos de vítimas de sua inoperância está se tornando uma constante.
Enxergar seus assessores diretos comemorar com gestos obscenos uma suposta falha no Airbus acidentado é revoltante, uma cena dantesca, um desrespeito às centenas de famílias que ainda tem esperança de identificar seus entes queridos entre os corpos. O povo tem sido muito condescendente com este governo infestado de patifes, canalhas e criminosos. O governo Lula zomba da população. Marta Suplicy anuncia que devemos "relaxar e gozar". Estas pessoas perderam a noção de todos os limites éticos, morais e de respeito com o cidadão. Isto é inaceitável. Precisamos evitar a degradação cívica e moral de nossa nação.

Se o Brasil fosse um país sério, o Presidente, que teve sua campanha paga com dinheiro sujo no Caribe, nem poderia ter concorrido à reeleição. Em um país sério Lula e muitos de seus assessores já estariam na cadeia. Em um país sério, Marco Aurélio Garcia e Bruno Gaspar, autores dos gestos asquerosos e grotescos, já estariam demitidos. Em um país sério, Marta Suplicy não era mais ministra. Em um país sério, Congonhas não funcionaria como aeroporto. Se Lula fosse uma pessoa séria, preocupada com os destinos da nação, já teria renunciado.

É triste também perceber que as saudosas vítimas do vôo 3054 faziam parte de um País que produz, que trabalha, que gera empregos. Pessoas no auge profissional, prósperas, com média de idade de apenas 39 anos. Pessoas, vale lembrar, de lugares que impuseram uma amarga derrota a Lula na última eleição, Rio Grande do Sul e São Paulo. Estados essenciais na economia nacional, que pagam pesados impostos para que o apedeuta e sua turma façam turismo, desviem recursos (como na Infraero), se locupletem com dinheiro e contratos públicos, escondam dólares em cuecas, comprem dossiês fajutos, distribuam esmolas em forma de programa social para se manter no poder. É preciso acabar com esta festa para poucos.

Já é hora de falar nisso. Chega de bom mocismo e do politicamente correto.
Nós temos uma responsabilidade perante o País, perante nós mesmos, nossas famílias e filhos. Não podemos virar as costas e aceitar essa canalhice uma vez mais! A inoperância deste governo está matando pessoas na nossa frente!

Onde está a população brasileira? Onde estão os protestos? Onde estão as marchas contra a corrupção, contra o caos, contra esta catástrofe que tomou conta do Palácio do Planalto e tem nome? Será que Lula também acabou com nosso amor próprio, com nossa dignidade, com nossa capacidade de protestar,de reagir, de mudar?

É preciso dar um fim a certeza da impunidade. É impossível acreditar em um país guiado por pessoas que deveriam estar na cadeia. Jornalistas perseguidos, professores universitários intimidados, pessoas sem esperanças que emigram, um país inteiro desmoralizado. Somos um rebanho imbecil, uma sociedade covarde e acomodada vivendo de esmolas ou somos uma nação com um mínimo de postura moral e integridade cívica? Cada um de nós pode ser a próxima vítima da irresponsabilidade assassina deste (des)governo.
Precisamos de uma mobilização nacional exigindo o fim deste governo para garantir um futuro decente para nosso País.

Lula, se você quer acabar com a crise no setor aéreo e todas as outras, a solução é muito fácil e simples: RENUNCIE. Mas para isso é preciso ter muita honradez, algo que sua administração (e estou seguro que você também)nunca teve.

RENUNCIE e tire de nosso caminho sua presença incompetente, nefasta e macabra.

Publicado em 23/07/2007
Blog Diego Casagrande
DESASTRE ENVOLVIDO EM FARSA!
23/07/2007 - 07h39

Um artigo assinado pelo correspondente do jornal britânico Financial Times no Brasil, Jonathan Wheatley, critica duramente a resposta do governo brasileiro ao acidente envolvendo o avião da TAM, na semana passada.

Com o título "Desastre envolvido em farsa", o texto começa dizendo que "é difícil decidir qual das ações do governo após o pior desastre da história da aviação brasileira é mais representativa da incompetência de sua resposta a uma crise que já durava pelo menos dez meses".

O jornalista pergunta, em seguida: "terá sido a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não aparecer em público até três dias depois do acidente ou a de não fazer nenhuma declaração nas primeiras quatro horas (sua mensagem de condolências chegou depois, por exemplo, do que aquela do presidente Néstor Kirchner da Argentina)?"
O texto segue listando uma série de críticas ao governo, citando o fato de que o ministro da Defesa Waldir Pires negou ter responsabilidade pelo acidente repetidas vezes e afirmando que ele deveria ter sido afastado do cargo em setembro do ano passado, após o acidente com o avião da Gol que deixou 154 mortos.

O artigo fala ainda do fato de os diretores da Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil, terem sido condecorados "quando deveriam receber reprimendas ou as demissões que merecem" e comenta ainda o episódio da filmagem que registrou o momento em que o assessor especial da presidência Marco Aurélio Garcia comemorava a notícia de um possível problema mecânico na aeronave.

A conclusão do correspondente é que "qualquer que seja a causa do acidente, ele era uma tragédia esperando para acontecer".

"A extrema necessidade de um governo mais eficiente no Brasil nunca esteve tão clara."
O POBRE PRONUNCIAMENTO DE LULLA!
 

20/07/2007

Pronunciamento de Lula na TV é admissão da inércia
Ricardo Stuckert/PR


Com 72 horas de atraso, Lula falou sobre a tragédia de Congonhas. Deu-se, como anunciado na véspera, em rede nacional de TV e rádio. Fez o discurso possível. Solidarizou-se com os familiares das cerca de 200 vítimas e prometeu rigor na apuração das causas do acidente. No campo técnico, a fala do presidente soou como um reconhecimento da inércia de seu governo.

Lula reconheceu o óbvio: “Nosso sistema aéreo, apesar dos investimentos que fizemos na expansão e na modernização de quase todos os aeroportos brasileiros, passa por dificuldades. E seu maior problema hoje é a excessiva concentração de vôos em Congonhas". Em seguida, referiu-se às providências adotas por um governo acuado pelas circunstâncias.

Mencionou cinco medidas, detalhadas a toque de caixa. Disse que se destinam a "diminuir os riscos de novas tragédias". Deixou no ar uma pergunta incômoda: por que só agora, depois da ocorrência da maior tragédia aérea do país? Todas as providências mencionadas por Lula eram reclamadas por especialistas do setor. Nenhuma autoridade do governo as ignorava. No entanto, a gestão Lula demorava-se em adotá-las. Até o momento em que teve de fazer por pressão o que não fizera por obrigação.

O presidente age com o pragmatismo que lhe é peculiar. Mercê das informações que recebeu da Aeronáutica, aposta que as caixas pretas do avião da TAM não contêm informações capazes de deixar mal o governo. Ainda assim, sabe que, enquanto não for capaz de responder convenientemente ao caos aéreo, será visto como cúmplice de qualquer encrenca que venha a impor prejuízos aos usuários de avião.

 
 
02:39(0 minutos atrás)
O novo desastre parece ter arrancado o governo de sua inexplicável inércia. As providências adotadas nesta sexta-feira (20), embora necessárias, são insuficientes para pacificar o setor. Não foi sem razão que Lula prometeu “outras providências” para os “próximos dias”. Ele disse: “Tenho certeza de que o nosso sistema aéreo voltará a se adequar às necessidades do país”. Quando? Deus sabe.


Que bom se eu acreditasse...na vontade política e na capacidade desse Desgoverno, de sanar todas as nossas "Crises" ...principalmente, a Aérea pois ela lida com Vidas Humanas! Pra mim é mais um blefe de Lulla! Até uma nova tragédia acontecer!

 Blog do Josias de Souza

Folha On line

Sobre o acidente aéreo

O pt tenta nos empurrar a versão de que uma falha técnica ou mecanica causou o maior acidente da história da aviação,a veja fez um estudo rigoroso e verificou que essa nao é a verdade.

VEJA: a reportagem especial sobre a tragédia de Congonhas

A VEJA chega com uma pergunta pertinente na capa: “Até quando?”. A imagem é a pira em que morreram duas centenas de pessoas. Um trabalho rigoroso de reportagem, cujo mérito principal é organizar as informações da tragédia, notavelmente desencontradas, e o debate sobre a segurança da aviação comercial no Brasil. VEJA foi a campo, colheu todas as informações disponíveis da tragédia e as submeteu a um grupo de dez especialistas. Vale a pena conferir o resultado. Dos dez ouvidos, sete afirmam, por exemplo, que o avião sofreu, sim, aquaplanagem. Leia as reportagens para saber como se chegou a estas conclusões:

• O piloto do Airbus não cometeu imperícia, ao menos até o momento em que a aeronave tocou a pista do Aeroporto de Congonhas na tentativa de pousar. Tanto a velocidade de aproximação do solo quanto o ponto em que ele tocou a pista estavam corretos.
• É pouco provável que a velocidade anormal com que o Airbus seguiu depois de tocar o solo se deva a uma tentativa do piloto de arremeter (voltar a decolar). É mais provável que a alta velocidade fosse resultado de uma aquaplanagem ou de uma falha no sistema de freios.
• O desvio para a esquerda que o avião fez no fim da pista não foi uma tentativa de dar um cavalo-de-pau para frear a aeronave. A trajetória reconstituída pela reportagem permite concluir que não houve uma manobra brusca desse tipo, e sim um desvio gradual do eixo central da pista.
• Quaisquer que tenham sido as causas do acidente, é certo que o Airbus foi prejudicado pela ausência de uma área de escape na pista de Congonhas.
• O sistema de frenagem da aeronave não estava operando com 100% da sua capacidade, já que a companhia admite que o reverso da turbina direita estava desativado. Esse recurso, no entanto, não teria sido suficiente para parar o avião.
• O fato de a pista principal de Congonhas não ter grooving (sistema de ranhuras na pista que permite o escoamento da água em caso de chuva) pode ter influído de maneira decisiva no acidente.

A revista registra também as cenas dantescas, patéticas mesmo, protagonizadas, nestes tempos, por autoridades do setor aéreo, por ministros, pelo próprio presidente da República e, pasmem!, até por funcionários graduados da Infraero, flagrados aos risos diante da fogueira em que ardiam 200 corpos. A reportagem explica, em suma, como chegamos aqui.

Diogo Mainardi e os chimpanzés patinadores:
"(...)
Ao ser reeleito, em outubro do ano passado, Lula declarou que continuaria a governar para os mais pobres. No setor aéreo, isso se traduziu num descaso criminoso que culminou com os 200 mortos do acidente da TAM, independentemente das falhas do aparelho. O eleitorado de Lula é formado por gente que nunca voou. Quem morre em acidente aéreo é aquela parcela minoritária dos eleitores que sente ojeriza por ele. Na China, Mao Tsé-tung puniu a burguesia obrigando-a a trabalhar em fábricas e em campos de arroz. No Brasil, a luta de classes lulista puniu a burguesia transformando os jatos da Airbus em paus-de-arara.
Os pilotos apelidaram a pista principal do Aeroporto de Congonhas de "Holiday on Ice". Isso significa que os passageiros assumiram o papel de chimpanzés patinadores. A Anac autorizou a reabertura da pista antes que sua reforma fosse concluída. A Anac é o retrato perfeito da pilhagem lulista.”
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Esse texto nos mostra como  o governo abandonou o sistema aéreo brasileiro e tem a cara de pal de comemorar a suposta versão que lhe exime de culpas com socos pro ar e gestos obcenicos.Membros da anac merecem mesmo condecoraçoes pois mostraram que são incompetentes com padrao pt.
O quadro da doença no Brasil - O Petismo e o Lulismo
Os Vírus da Mediocridade estão se alastrando na sociedade brasileira, sempre encontrando razões para manipular a massa cada vez mais doentia, comprado pela imagem de um proletariado nordestino que venceu na vida, e que hoje se utiliza dessa imagem para proteger seus amigos corruptos no Congresso Nacional Brasileiro. A Insanidade petista esta afetando todas as verdades, e criando conspirações em torno da suas próprias falhas, tornando as mentiras em algo verdadeiro, como tentam e fazem com Fernando Henrique Cardoso, no qual o acusaram durante toda a sua gestão, de ser um político “neoliberal” e “entreguista”. Para os Petistas mais fanáticos isso é uma pura verdade, sem mesmo analisar os fatos e a política como ela é.
 
É preciso deixar bem claro, que estamos vivendo duas frentes, o Petismo e o Lulismo:
 
O Petismo:


O Petismo tenta ainda passar uma imagem de um partido marxista, e que sempre esta a favor do proletariado, mas que nos últimos anos esta sendo prejudicando com enormes escândalos, sendo assim, perdendo fieis para Partidos como P-SOL e PC do B, por exemplo, e que já vêem o PT como um partido traidor, e por incrível que pareça Neoliberal. Ainda sim, procurando resgatar o seu marxismo atrasado, procura colocar os seus vírus na camada estudantil, sindicalista, Sociais, e em setores públicos.


Enquanto o PT estiver no poder, em qualquer essa doença sempre ocorrerá nesses setores, instituições como a CUT, UNE, MST entre outros, são sempre beneficiados economicamente, com um único objetivo de propagar o petismo, e continuar a espelhar o “marxismo romântico”.


O Petismo não aceita a democracia, não aceita criticas, não aceita ter cometido erros, e com isso sempre procura arranjar desculpas, como a velha mania de culpa o governo anterior, ou ate mesmo criando Teoria da conspiração, como o que fizeram agora, justificando as vaia ao presidente Lula na abertura do Pan, com o possível mando de Cesar Maia, atual prefeito do Rio de Janeiro.


O PT não tem a mínima preocupação com o sentimento do brasileiro, o maior exemplo disso, foi o Marco Aurélio Garcia, fazendo gestos ofensivos após assistir a uma reportagem na televisão, no qual se colocava em questão o defeito mecânico do avião. Pouco importou naquele momento as vidas perdidas no acidente, pouco importava para ele o sofrimento dos familiares depois da tragédia. A preocupação do Marco Aurélio Garcia, era fugir de sua responsabilidade, era não quebrar a imagem do PT perante a sociedade, comportamento típico dessa doença chamada Petismo.


O Lulismo:


É uma doença que se encontra em regiões mais pobres do Brasil, sustentado pela imagem de um proletariado que lutou e chegou à presidência, e que ainda tem a ajuda da Bolsa Família, atrelado ao Lula paz e amor, personagem esse criado durante as eleições de 2002, pelo então Duda Mendonça.


Antes das eleições de 2002, Lula era um político do PT, e que era prejudicado pela sua própria arrogância diante das câmeras, isso dificultou nas eleições de 1989 contra o Fernando Collor, e nas duas derrotas que teve com o FHC, nas eleições de 1994 e em 1998.


A Vitoria de Lula se deve a uma grande jogada de marketing, ele passou a ser mais carismático, começou a se vestir melhor, a sorrir paras as câmeras e principalmente, a ser demagogo. Ele sempre fala da sua vida difícil e pobre, para manipular a classe mais pobre do país, e assim, proliferando toda essa doença Lulista para cima da população.


A Governabilidade do lulismo esta presente também no gerenciamento da maquina pública, o aumento significativo de cargos tem por objetivo fazer aliados, proporcionando sua manutenção e reprodução enquanto força política no estado brasileiro. Em troca disso, Lula usa a sua própria imagem para defender corruptos do seu partido e aliados como Renan Calheiros. Uma doença que infelizmente consome aqueles que não têm preocupação com a moral e a ética no país.


Essas duas frentes de pensamento estão criando uma alienação em toda a sociedade brasileira, e para isso devemos achar a cura dessas doenças, antes que seja tarde demais.

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